domingo, 13 de maio de 2012

à retaguarda? e de viés; meu sábado fica sendo minha semana. a gente só vai, indo/ esvaindo porque o fogo para a vela/ é o dia para o choro. caetano no girassol de 91: na Terra, flor sabe o sol e é só. o resto, que é demais para ficar sendo, se espalha no ar que o mundo tem, mas suspeita. E em 91, quando minhas suspeitas (se existiam) possivelmente eram legítimas, logo acabaram em alguma coisa entre uma alfândega de memórias e a memória ela mesma, ainda que sem acesso. no entanto, se é tempo o que entre uma guitarra e a lua se ergueu como passo de dança, hoje duvido - mas há dor. enquanto ainda posso. porque se dor não é bem, atento. 

a boca, o cheiro, a promessa: tudo chegou sem testamento. na praia que não vou eu recebo o código. não decifro. ou ainda...de bom grado meu astigatismo e minha miopia: o que não enxergo bem, em mim não tem morada: é visita, mas não somente. tudo se inclina. e fortemente.

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